domingo, 29 de novembro de 2009

AVALIAÇÃO



Avaliar é difícil, ser avaliada é assustador

Existem vários tipos de avaliações e nossos critérios, enquanto professoras devem ser muito claros e imparciais. A avaliação não pode em nenhum momento ser usada para disciplinar o aluno.

Lemos que a avaliação classificatória ocorre através de uma prova que irá aferir o conhecimento do aluno sem considerar os aspectos de construção desse conhecimento, sem pensar o quanto o aluno já avançou durante todo o processo. A avaliação mediadora é aquela que proporciona aprendizagem tanto para o aluno como também para a professora.

Há poucos dias ouvi em um filme a seguinte frase: “o prego que se destaca é martelado” e logo lembrei da avaliação na área da educação, acho que essa recordação não indica algo muito positivo. As vezes os professores ficam irritados com certos comportamentos, questionamentos ou discordância de deus pontos de vista, deixam a ética de lado e acabam “martelando” o aluno, sem se dar conta que pode ser para sempre.

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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Didática, planejamento e avaliação


Pedagogia de Projetos

Foi inspirador assistir o vídeo "Vamos passear na vassoura da bruxa Onilda" que mostra um projeto desenvolvido com uma turma de educação infantil, numa escola de Porto Alegre.

Trabalhar com projetos, em todas as séries traz vários benefícos, como:

O projeto para atingir seus objetivos não necessita homogeniezação de conhecimentos por parte dos alunos. Cada um constrói seus conceitos junto e separadamente do grupo independente do estágio de aprendizagem que se encontra.

O projeto desenvolvido de forma que todos participem expressando seus conhecimentos e realizando ações individuais e conjuntas da autonomia ao aluno.

A busca de informações fora da escola, leva a percepção que o aprender é um ato comunicativo e que o aluno também é responsável pela sua formação, sendo o educador um facilitador - “não o dono da verdade”.

A avaliação, assim como as aprendizagens é ampla. Os alunos podem contar o que aprenderam e em algum ponto sempre existirá aprendizagem e aquisição de novas habilidades.

Inspirada no vídeo realizei algumas atividades com minha turma de EI.

Durante uma semana lemos histórias da Bruxa Onilda.

As crianças desenharam, enfeitaram a sala, contaram histórias de bruxas e na sexta feira, dia 30 de outubro realizamos uma festa a fantasia com desfile.
Reflexão
Foi bastante significativo, já que todos gostam deste tema prestaram muita atenção nas histórias.

Todas as histórias foram recontadas pelas crianças desenvolvendo assim a oralidade e a prática de expressão no grupo.

Houve colaboração das mães e pais na elaboração das fantasias e também na colaboração com os comes e bebes para a festa.

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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Geração Zapping X Comênio

Considerado o Pai da Didática, João Amos Komensky, conhecido no Brasil como Comênio, publicou a Didática Magna em 1638 e o primeiro livro ilustrado com fins didáticos para o ensino em 1658. Este livro obteve grande sucesso no auxílio a alfabetização e foi utilizado por mais de 100 anos em escolas da Europa.

Lendo a introdução e o índice da Didática Magna, podemos perceber que alguns tópicos ainda estão muito atuais como a importância da afetividade nas relações professor-aluno, o partir de ensinamentos fáceis e gradativamente avançando para atividades mais difíceis. Comênio também sugeriu que os estudos fossem intercalados com música, brincadeiras e conversas a fim de não sobrecarregar os alunos. A escola oferece tudo isso.

Atualmente também, a cada dois anos, as escolas públicas recebem novos livros didáticos para trabalhar com os alunos, específicos para cada série. Coloridos, modernos, bonitos, mas que não atraem os alunos.

Refletindo sobre o assunto aqui exposto penso que o que é atual para a escola, a imagem de acontecimentos com mais de 300 anos, não está sintonizado com o pensamento atual dos alunos e alunas.

Gastamos a metade do tempo das aulas tentando fazer com que as crianças e adolescentes parem e escutem, parem e leiam, parem e observem, parem e escrevam e quando eles param é por pouquíssimo tempo.

Estamos trabalhando com a famosa geração zapping, fazem tudo ao mesmo tempo e de forma aparentemente superficial. A meu ver a única coisa que atrai as turmas de alunos hoje é a tecnologia e esta ainda está pouco disponível nas aulas.

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